segunda-feira, 9 de abril de 2012

O início da saga por um bronzeado

Sábado tive minha primeira experiência com bronzeamento artificial.

Depois de marcar voo e hotel, achamos que seria bom preparar a pele para o sol que pretendemos encontrar na Tailândia (todos rezando comigo).

Optamos pelo mais novo salão de bronzeamento da cidade. O namorado, que já tem mais intimidade com a coisa, sugeriu que eu fosse na máquina de ficar em pé "é menos claustrofóbico" e, segundo a tabela, dura 2 min a menos: ¥100 por 10 min na máquina em pé e o mesmo valor por 12min na máquina de ficar deitada.

A máquina parece uma geladeira cilíndrica, só que ao contrário, considerando que é um forno.

Antes de nos deixar a sós — a mim e à máquina, quero dizer — a mo ça explicou "essa máquina tem 3 programas: relax, wellness e fitness. Escolhe um programa, inicia a máquina em si e depois o programa". Ok.

Eu, a lingerie e o oclinhos ridículo entramos na máquina. Achei que o fitness era um boa ideia, afinal, ando
por demais sedentária, então era MALHAR e BRONZEAR-SE, tudo ao mesmo tempo e em apenas dez minutos. UHUL.

Start.

A máquina faz um barulho horrível, luz meio neon acende, trilha sonora tipo de boate tocando e a plataforma nos meus pés se mexendo ao ritmo do programa fitness.

Ingenuamente, apesar da obviedade, não havia levado em consideração o fator calor. Pois faz bastante calor na máquina. Enquanto TRANSPIRAVA lembrei do eterno IMPASSE veranil: desodorante na praia e piscina. Todo mundo (re)passa o protetor solar despudoradamente, mas reforçar a dose de desodorante é sempre constrangedor, não?

Além do calor, a música era ruim e o tal óculos incomoda muito, fica apertando o globo ocular loucamente. Pra completar, eu não parava de CHACOALHAR, graças ao programa fitness.

Em resumo, é meio como entrar numa máquina de frango de padaria, só que ao invés de girar, uma plataforma aos seus pés te faz tremer toda, fazendo você se conscientizar de toda e qualquer flacidez que estiver presente em seu corpo.

Não via a hora dos 10min terminarem. Tentei abortar o programa fitness diversas vezes, sempre sem sucesso.

Quando a sessão acabou, no entanto, tudo pareceu valer a pena: já tinha marquinha! Muito mágico. Hehe

Fiquei meio ZONZA e depois uma leve vermelhidão foi se materializando no rosto. Sem esquecer do desconforto causado pelos óculos.

Mas é isso, não tem mais volta, semana que vem deve rolar uma segunda sessão.

E no mês seguinte me junto às peruas de Porto Alegre que protestaram contra a proibição das máquinas uns tempos atrás.

2 comentários:

Ana Paula disse...

sério que tu vem?

Ana Manssour disse...

Eu certamente teria escolhido o relax!