segunda-feira, 16 de maio de 2011

da insignificância.

No auge da adolescência o período de maior produtividade bloguística se dava quando eu estava DEPRÊ, o que era bastante frequente. Além de adolescente (o que por si só poderia motivo suficiente), eu ainda feiosa, desajeitada, não gostava de dançar, não acordava uma hora antes da aula pra me arrumar, etc e tal.

10 anos depois nem tanta coisa assim mudou, afinal, continuo feia, não gostando de dançar (sóbria, ao menos) e acordo sempre atrasada demais pra qualquer ENFEITE. O contraponto fundamental é que hoje acabo postando mais por aqui quando estou "bem", ainda que o conteúdo geralmente seja recheado de reclamações sobre quase tudo.

Então que não tenho escrito nenhuma gracinha aqui por pura apatia generalizada em relação à vida e ao mundo. Não que necessariamente falte assunto, pois 9 dias atrás rolou um acidente de táxi que, não fose o cinto, poderia ter me deixado num estadinho deplorável, mas minha reação foi quase nula. Vi que algo estava por acontecer, fiquei na minha, deu-se a batida, continuei intacta e não pareceu que fosse nada extraordinário o suficiente pra que eu esboçasse  qualquer tipo de emoção. O máximo que rolou foi estranhar o que pareceu uma reação exagerada das outras pessoas.


A semana que chega vai ser TENSA. Quem sabe dê um CALDO.


Usem cinto. OU não, né.

2 comentários:

Nataly disse...

Gosto de comentar pq né, sou uma das únicas pessoas, que não são da família, que lê teu blog. Só tenho um comentário: Célinda. Beaj

Anônimo disse...

Você é linda. Juro.