terça-feira, 22 de março de 2011

vermelho vermelhasco

Na segunda parte das minhas férias no Brasil (em São Bernardo do Campo), resolvi pegar O Livro Vermelho do Mao Tsé-Tung pra "dar uma olhada". O exemplar lá de casa faz parte da "Coleção Folha Livros que Mudaram o Mundo", que uma das minhas irmãs achou que valia a pena ter. Imagino que seja daquelas promoções que cada volume custa uns 10 reais, e o preço (baixo para o padrão brasileiros de "compre um livro e sinta-se extorquido") se reflete na pobreza da edição. Em vários momentos parece ter sido "traduzido" automaticamente do português de portugal, com termos que não usamos, além de frases desconexas e erros de diagramação. 
Não cheguei nem perto de terminar, porque sério, é chato demais pra mim e definitivamente não é o tipo de livro pra se ler na cama, minha modalidade favorita de leitura (ou talvez seja, caso o objetivo final seja cair no sono rapidamente). Então que só dei umas lidas enquanto fazia esteira ou bicicleta, ou seja, poucas vezes. 
Trouxe o livro pra China, caso um dia eu sinta muita vontade de continuar a leitura e tal (suhfdsiu). Enquanto isso não acontece, reproduzo abaixo trechos que, por variados motivos, achei dignos de marca-texto.

Começo com o mais clássico:
"O poder político nasce do fuzil"

"política é guerra sem derramamento de sangue, e a guerra, política sangrenta"

"Nós somos partidários da abolição da guerra; nós não queremos a guerra. A guerra, porém, só pode ser abolida por meio da guerra. Para acabar com as armas há que pegar em armas."

"Para eliminar a guerra, porém, só existe um caminho: se opor à guerra com a guerra"

"Todos os reacionários são tigres de papel."

"'Levantar uma pedra para a deixar cair depois sobre os seus próprios pés' é um ditado popular chinês que descreve o comportamento de certos tontos. Os reacionários de todos os países são tontos deste tipo."




Um comentário:

Ana Paula disse...

única finalidade: peso de papel.